23/jul/10
A AkzoNobel Tintas Decorativas inaugurou em sua fábrica de Mauá, no Grande ABC, o chamado Espaço Tinting. Destinado à recuperação de máquinas e peças do sistema tintométrico e com uma sala para treinamento de clientes e colaboradores, o prédio permite à companhia melhorar ainda mais sua eficiência no atendimento ao segmento premium.
A construção do espaço teve como base estudos que indicaram ser mais vantajoso para a companhia realizar a recuperação dos equipamentos em suas dependências, em vez de manter contrato com uma empresa terceirizada. Hoje, 50% das máquinas e peças do sistema tintométrico já são restauradas, mas a intenção é elevar essa margem significativamente.
Os itens para descarte serão encaminhados a organizações especializadas em reciclagem - muitas em esquema de cooperativa. “As máquinas tintométricas são constituídas por diversos materiais: metal, plástico, componentes eletrônicos. Nós nos certificamos de que a destinação de todos os resíduos seja feita de forma adequada. A rastreabilidade é considerada ponto-chave”, diz André Niero, diretor comercial de Negócios Corporativos da AkzoNobel Tintas Decorativas.
Segundo o executivo, o Espaço Tinting representa um pilar estratégico para a companhia. “Com a inauguração dessa área, a empresa melhora sua eficiência no atendimento ao segmento premium (setor que engloba os produtos tingidos nas máquinas tintométricas), promovendo uma entrega ainda mais eficaz das 2.016 cores disponíveis em nosso leque.
A missão da Coral, principal marca de tintas imobiliárias do grupo no Brasil, é levar cor para a vida das pessoas, e é o sistema tintométrico que pode fazer isso, respeitando os gostos e as preferências de cada um”, observa o diretor Niero.
O novo espaço tem 300m2 de área construída, o que inclui um showroom para apresentação do sistema tintométrico a clientes; um escritório administrativo; uma sala de treinamento que acomoda cerca de 20 pessoas; e a área de recuperação. O projeto arquitetônico priorizou o uso racional de recursos naturais. Não há aparelhos de ar-condicionado; a ventilação é por exaustão. Para racionamento da energia elétrica, foram instaladas lâmpadas de LED, além de telhas translúcidas e forro especial para maior aproveitamento da luz solar. As torneiras funcionam por sensor e existem caixas para reuso da água, inclusive a do processo industrial (há uma estação de tratamento dentro da empresa).
“As características físicas do prédio e principalmente seu propósito, que consiste na recuperação e no reuso das máquinas, reforçam a sustentabilidade como plataforma de negócios da empresa”, esclarece Elaine Poço, diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da AkzoNobel.
De acordo com Elaine, a companhia entende que fornecer soluções sustentáveis é o caminho para crescer e ainda contribuir para a redução do impacto no meio ambiente. Os beneficiados não se restringem a clientes e consumidores: são também colaboradores, comunidades e o próprio planeta.
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