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As
cores |
Tratado
de Ontologia das Cores: segunda edição chega ao mercado |
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12/dez/03 Verde
O verde como generalidade e discrição À natureza foi ordenada que ela fosse verde. Naturalmente e genericamente verde. A identidade cromática da natureza é o verde, os soldados usam uniformes verdes para se confundir com a natureza e desse modo não serem notados. Verde é verde sendo discreto. Personalidades discretas, com tendência para o anonimato, avesso à fama e à notoriedade. Refreadora do estrelismo e do exibicionismo, sem significar que o indivíduo seja tímido ou introvertido. O verde nos ambientes Torna os ambientes um habitat natural para o ser humano. Nunca parecerá demasiado o tempo de espera num ambiente verde. Amortece o impacto visual dos estímulos cromáticos discrepantes. Ameniza o aspecto indesejado de muros e fachadas sujos ou em mau estado de conservação. Em fachadas com excesso de sombras, o verde praticamente esconde as paredes. Fachadas em verde tornam discretas e imperceptíveis. As verduras parecem frescas e orvalhadas. Os anúncios se confundem com as bananeiras e outras musáceas. Verde não torna requintados os ambientes, mas agradáveis e harmônicos. Cor excelente para tapetes e pisos, em especial as suas tonalidades mais escuras como o verde musgo e o verde colonial. Tratado de Ontologia das Cores - Autor: Osny Ramos - Publicação: Jomar Editora. Mais dados sobre o livro e o autor no site da editora: www.jomareditora.com.br. Clique
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